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Um fantástico 2015!

por alho_politicamente_incorreto, em 31.12.14

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Carne vermelha causa reação tóxica e pode potenciar cancro.

por alho_politicamente_incorreto, em 30.12.14
Investigadores revelam que a ingestão de carne vermelha faz o corpo humano ativar uma reação tóxica que faz aumentar a probabilidade do aparecimento de cancro

Não é nova a ligação que os cientistas tentam fazer entre o consumo de carne vermelha e o aparecimento de cancro. Desta feita, investigadores de uma universidade norte-americana descobriram que a ingestão deste tipo de produto faz o corpo humano ativar uma reação tóxica que faz aumentar a probabilidade de contrair a doença, dá conta o Telegraph citado pelo portal Notícias ao Minuto

A ingestão de carne vermelha está a décadas a ser ligada pelos cientistas de diversas partes do mundo ao surgimento de tumores malignos.

Porém, um novo estudo, realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, dá conta de que, na verdade, a ingestão deste tipo de carne é encarado pelo organismo humano como sendo um corpo estranho, ativando, por consequência, uma reação imunológica.

Os investigadores descobriram que a carne vermelha contém um açúcar que por outros animais mas não pelos humanos, o que desencadeia uma resposta corporal para que este seja eliminado, estimulando a produção de anticorpos que fazem com que haja inflamações que podem, eventualmente, progredir para cancro.

Os testes foram realizados em ratos, estimulando-se o animal a ter o mesmo comportamento que os humanos, verificando-se um aumento espontâneo do número de casos de cancro na espécie. Porém, provar o mesmo facto em humanos poderá ser mais difícil temem os investigadores.

Mas não pense que tem de deixar de comer carne de porco e outras, porque na verdade o que potencia o surgimento desta doença é o facto de haver um consumo exagerado de carne vermelha. No entanto, não deverá ingerir mais do que 70 gramas deste produto por dia.

 
Fonte: Notícias ao Minuto

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Romper energicamente com as más práticas.

por alho_politicamente_incorreto, em 29.12.14

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Só para recordar...

por alho_politicamente_incorreto, em 28.12.14

PASSOS-CHAVE PARA UMA REUNIÃO BEM SUCEDIDA

Introdução 

1.º passo – Necessidade da reunião

2.º Passo – Preparação da reunião

3.º Passo - Ordem de trabalhos

4.º Passo – Convocatória

5.º Passo – Abertura da reunião

6.º Passo – Condução da reunião

7.º Passo – Participação na reunião

8.º Passo – Conclusões e encerramento

9.º Passo – Acompanhamento dos resultados da reunião

Ler mais aqui

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Os meus sinceros votos.

por alho_politicamente_incorreto, em 24.12.14

Votos FelizNatal.jpg

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Para quando uma estátua para Nelson Évora?...

por alho_politicamente_incorreto, em 23.12.14

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Carta ao Pai Natal.

por alho_politicamente_incorreto, em 19.12.14

Querido Pai Natal,

Chamo me José – Zé para ti – e tenho 41 anos.

Escrever-te uma carta não é fácil! Lá no fundo, isto de convencer um senhor velhote que fomos bons meninos durante o ano e que merecemos os presentes que suplicamos, requer uma pitada de disciplina polvilhada com uma colher de sopa de imaginação.

Prometo: vou esforçar-me por escrever uma carta que gostes mesmo de ler. Bem sei que estás muito atento e mesmo que eu diga que, nas competições europeias, torço também pela vitória do FC Porto ou do Sporting, tu sabes que não. E se há coisa que não quero é zangar-te ao ponto de pores a minha carta de lado sem nunca vires a saber o que te pedi. Mais eu juro que para o ano vou ser (ainda) melhor!

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Estou a conversar um bocadinho contigo porque sei que a maioria dos meus amigos começa logo a escrever os pedidos. Estou crescido. Já sei umas coisas. Por isso, vou dizer-te que me tenho esforçado muito na escola: procuro dar aulas diversificadas e cativantes e que, sempre que possível, deixo a minha mulher ver os jogos do Benfica comigo. Porque sei que não vais contar a ninguém, que és um tipo de confiança, às direitas, confesso-te que acho que há reuniões, papéis e autoritarismo a mais. Mas fica só entre nós, ok?

Chegámos àquela altura em que já me dás o benefício da dúvida e começas a pensar com as tuas barbas “este melga é especial. Deixa cá ler a carta até ao fim!”

Por saber que és uma pessoa muuuiiito misteriosa – imagina que até há quem diga que não existes! – gostaria de saber algumas coisas a teu respeito. Mas não leves a mal. Não vou ser muito intrometido. Aí, no Círculo Polar Ártico, também organizas um sorteio da Fatura da Sorte? O Santa Claus’ Main Post Office já tem algum programa informático para registar os NIF? As tuas renas continuam atinadinhas ou já descobriste um ou outro sinal exterior de riqueza numa delas?

Fica calmo. Agora, só vou pedir o que faz falta. O país está em crise e bem sei que tens de poupar alguns tostões para dar presentes a mais pessoas.

Por isso, ou falas com os senhores da Câmara Municipal, pessoas que eu aprecio e apoiei, para começaram a dar mais atenção à Educação ou deixo de acreditar nos teus poderes! Li o último número do “Correio de Albergaria”, o verdadeiro jornal da nossa terra, e no capítulo dos «PRINCIPAIS INVESTIMENTOS», sabes quantas benfeitorias estão lá para a Escola pública do município? Zero!

 

Neste Natal, queria um presente muito especial: desejava que em todo o mundo houvesse Paz e Amor, mas sei bem que isso é impossível de realizar... pelo menos, desde que o Bruno de Carvalho foi para presidente do Sporteim e o engenheiro José foi para Évora, onde também já escreve as suas cartitas. Como a Paz e o Amor estão fora de questão, vou ter que optar pelos bens materiais, coisa que eu não queria nada. Mesmo nada…

Para começar, queria que este ano a minha prenda de Natal fosse um brinquedo muito divertido que vi na televisão. Não, não é nenhuma daquelas mariquices dos bonecos do filme "Os Vingadores", “Hot Wheels” ou dos “Transformers”.
Nem vou ao ponto de te pedir o lançador de granadas XM-25, por sinal, uma arma com uma força até 300% mais potente que uma arma comum, que ontem vi no Telejornal e que é usado pelos americanos para rebentar com os terroristas. O que eu queria era, pelo menos, um computador para cada sala de aula dos meninos da Primária. Mas preciso muito que me entregues o brinquedo ainda neste milénio para eu fazer uma surpresa aos meus colegas lá da escola. Sabes, daqui a umas centenas de anos os computadores já terão sido ultrapassados e como os meus amigos estão sempre a dizer que lhes faz falta e que já não podem continuar a pagar para trabalhar - até porque já lhes cortaram tantas vezes o salário – peço-te, do fundo do coração, para mexeres uns pauzinhos. E acho que é mais barato do que uma ciclovia. E tu?

Mas os bens materiais não são tudo na vida. Não são eles que trazem felicidade. “O dinheiro é que ajuda!” – diz uma coleguinha muito bem disposta com quem desabafo sempre que vejo o recibo do meu vencimento. Por isso, ou falas com os senhores da Câmara Municipal, pessoas que eu aprecio e apoiei, para começaram a dar mais atenção à Educação ou deixo de acreditar nos teus poderes! Li o último número do “Correio de Albergaria”, o verdadeiro jornal da nossa terra, e no capítulo dos «PRINCIPAIS INVESTIMENTOS», sabes quantas benfeitorias estão lá para a Escola pública do município? Zero!

Achas que eles dão pouca importância ao Conhecimento?

Agora... fiquei na dúvida. Mas considero muito os senhores António Loureiro e Delfim Bismarck. É gente séria, que já tem feito muitas coisas boas. Vamos ver o que 2015 nos trará. Foi uma pena aqueles remoques que andaram no Facebook. Sinceramente, gostei daquela tirada da Diretora: «A política do vale tudo só é praticada por quem não vale nada politicamente». Ganda malha!

Como as filas para as farmácias do concelho tarde se extinguiram – consta que as reposições de stock bateram recordes! – também te queria pedir que desses o teu contributo à mudança iniciada há um ano. Não. Não quero que tomes partido. A política não é para ti, eu sei. O que eu gostava era de ir à Assembleia Municipal, nas sessões abertas ao público, e poder sentar-me. Sabes, fui à última, cheguei antes da hora e tive de estar mais de duas horas em pé, numa sala com insuficiente ventilação. Não aguentei mais. Vim embora. E havia pessoas nas escadarias! Alguém me dizia, para desculpar tão imprevisto desconforto, que nem sempre vem «tanta gente». Mas eu acho que os cidadãos, para poderem participar mais ativamente na coisa pública, devem ter SEMPRE boas condições para acompanharem a ação dos seus eleitos. E não só em tempo de eleições. Não achas? Vê lá o que é que se pode arranjar…

Bem, reparo agora que a carta vai longa e também já começo a ficar cansado. Tenho uns testes para corrigir.

Em resumo, quero que saibas que gosto muito de ti. Tu és bué da nice. Lol! Mas se não me trazes o que te peço, já não gosto de ti e quero que as renas te dêem uma grande marrada e tu caias pelas chaminés abaixo e que te lixes todo.

Por agora, muitos beijinhos para ti e para as tuas renas. 

José Manuel Alho

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ARTES E FEITOS. Por Alda Paulina Borges

por alho_politicamente_incorreto, em 17.12.14

       

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          A tarde mergulha no espelho da barragem Venda Nova. A arte da natureza em desafio ao homem. O Arquiteto Álvaro Siza Vieira, se acomoda no amplo terraço perfumado de glicínias.  E sonha, desafiado pelo convite profissional que o distingue. Está na Estalagem de amigos em Padrões, Portugal. Tempo de férias no refúgio. A Serra da Cabreira acima, de granito intenso, contrastando com a paisagem plana da Barragem mansa.

       O Brasil, com tantos arquitetos de renome internacional, o envaidece pela escolha. Desafiante determinação para inusitado projeto em Porto Alegre, sul do Brasil. Antes, para criação e detalhes, necessita ver o local escolhido e as possibilidades para essa obra. Já ouvira falar no pintor Iberê Camargo, mas não no necessário conhecimento para despertar a criatividade. Passa o fim de semana em conjeturas. Necessita enfrentar a longa e imprevista viagem ao local. Dentre os objetivos, um prédio para museu das obras particulares de Iberê Camargo; este é o empenho da viúva do pintor. Portanto, um afeto que seja permanente homenagem e reconhecimento.

Seus desenhos não podem ferir as formas orgânicas do terreno escarpado. Salta o projeto: branco e linear adaptado às escarpas. Com rampas laterais iluminadas por uma clarabóia central. Poucas aberturas para não desviar atenção do espaço museológico. Porém, de quando em vez, uma parcela aberta para a paisagem, a fim de enquadrar o Guaíba a seus alcances. Lembra a sutileza das contemplações, do poeta e escritor conterrâneo Miguel Torga: deixar prolongar os horizontes até onde se extinga a cor da vida.  E, assim alinhavado, surgiu o imponente prédio, de linhas inusitadas, numa mistura de artes e feitos.

 

      Siza chega a Porto Alegre para os necessários trâmites legais e a visita ao espaço para a obra.  A caminho do local, seu olhar desliza sobre a orla. Pede silencio e observa. O manancial do Guaíba beirando a rota. Alguma coisa desperta um não sei quê. Procura a semelhança: não é a serra e a barragem, mas pedras contornando o local. Embora as águas mais turvas, uma ligação terna à sua sensibilidade.

     Seus desenhos não podem ferir as formas orgânicas do terreno escarpado. Salta o projeto: branco e linear adaptado às escarpas. Com rampas laterais iluminadas por uma clarabóia central. Poucas aberturas para não desviar atenção do espaço museológico. Porém, de quando em vez, uma parcela aberta para a paisagem, a fim de enquadrar o Guaíba a seus alcances. Lembra a sutileza das contemplações, do poeta e escritor conterrâneo Miguel Torga: deixar prolongar os horizontes até onde se extinga a cor da vida.  E, assim alinhavado, surgiu o imponente prédio, de linhas inusitadas, numa mistura de artes e feitos.

        Tratos e contratos finalizam o acerto. Entre o projeto e a realização, a lucidez completa o prédio  no enlace entre o idealizado e o uso. E, ao contemplar sua criação, Siza sente uma invasão nostálgica. Boa de sentir, intrigante na analogia. Lembra uma afirmação do escritor sul-americano Borges: quem conhecer o Sul, jamais voltará o mesmo. Sabe que sobreviverá na obra arquitetônica.

       Voltando para suas origens, na pungência do sentimento, a impossibilidade de permanecer. Suas obrigações o chamam. Porto Alegre continuará o alegre porto, onde chegou pela jornada profissional. Ao retornar as águas lá do norte do mundo, confirmarão os retoques que a vivência lhe atinge: permanecerá dividido.

Alda Paulina Borges

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Sindicalismo docente não vai lá com cromos e trauliteiros.

por alho_politicamente_incorreto, em 12.12.14

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 Imagem retirada do mural do FB da página "Quem se preocupa com os Professores do 1.º Ciclo?"

 

A forma trauliteira como alguns dirigentes sindicais se dispõem, por meio de uma verborreia ignóbil, a insultar colegas de profissão (mas daqueles colegas que trabalham, que dão aulas, que estão nas escolas a sofrer também com a incompetência daquelas vácuas figuras) dispensa qualquer comentário. É por existirem personagens assim que a classe docente está com o prestígio social pelas ruas da amargura. Isto não vai lá com cromos. Há muito que os cidadãos honestos e independentes o perceberam.

O tipo de sindicalismo assente no ritual de sacar o valor percentual de uma quota mensal sem prestar contas, acumulando durante anos fracassos e negligências, sem nada de positivo para apresentar que não seja a tosca convocação de greves, está esgotado.

 
Sei bem das parolas e tardias tentativas (consciência pesada...) que uma federação sindical fez recentemente. A minha mulher é associada daquela organização e tem dado para ver o chorrilho de asneiras e inanidades, polvilhadas com paradigmática incompetência, que - com a profética liderança de um punhado de ineptos - se têm feito e dito. Até apetece perguntar: há quantos anos não se fazia uma publicação panfletária só sobre o 1.º Ciclo?

O que fizeram os sindicalistas quando acabou o regime especial de aposentação foi extinto? O que fizeram com as últimas e sucessivas alterações ao horário do 1.º Ciclo? 
 
O tipo de sindicalismo assente no ritual de sacar o valor percentual de uma quota mensal sem prestar contas, acumulando durante anos fracassos e negligências, sem nada de positivo para apresentar que não seja a tosca convocação de greves, está esgotado. É preciso outra representação, credível, séria e (muito) mais bem educada - mormente para o GR mais numeroso (GR 110 - 1.º Ciclo).

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Ontem. Na Bertrand. Mais uma apresentação de "Um Paraíso no Inferno".

por alho_politicamente_incorreto, em 08.12.14

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